O valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas por intermediários financeiros, registados na CMVM, voltou a subir. Segundo o regulador, entre abril e maio houve um acréscimo de 6,6% na ordens totais recebidas, para os 23.510 milhões de euros. De realçar que os “residentes” voltaram a liderar face aos “não residentes”, depois do mês de abril a situação ter estado invertida. Assim, os residentes deram ordens no valor de 12.140 milhões enquanto os não residentes se fixaram em 11.369 milhões de euros.
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