O segmento de fundos mobiliários de obrigações, tanto os domiciliados em Portugal como os estruturados no Luxemburgo, continuam a ganhar expressão no mercado português, acompanhando o aumento da procura por soluções de rendimento num contexto de maior estabilização das taxas de juro. A análise das quotas de mercado das entidades gestoras revela movimentos relevantes entre os principais players, com reforços claros no topo e perdas significativas entre algumas das casas tradicionalmente mais influentes. Os dados, compilados pela FundsPeople com base em informação Morningstar e CMVM, permitem observar tendências distintas consoante o universo considerado, mas convergem num ponto: a concentração crescente do património obrigacionista nas gestoras com maior escala.
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