No passado dia 18 de julho fez um mês desde que a Morningstar decidiu colocar sob revisão o rating de Bronze do fundo H2O Allegro, um dos fundos da gestora H2O AM, filial da Natixis IM, após uma notícia publicada pelo Financial Times que fazia referência a uma iliquidez de parte da carteira da gestora, além de um possível conflito de interesse nesses investimentos. O assunto que mais preocupou a Morningstar, e o que levou a essa revisão, não se referia tanto a que a carteira fosse ilíquida mas ao facto dessas obrigações pouco líquidas, que pesavam nos três fundos afetados (o H2O Allegro, o H2O Adagio e o H2O MultiBonds) 9% como máximo, serem emitidas por várias empresas integradas numa holding do empresário alemão Lars Windhorts ao mesmo tempo que Bruno Crastes, CEO da H2O AM, tinha começado a fazer parte do conselho de administração da Tennor Holdings, outra das filiais do holding de Windhorts.
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