O primeiro grande cisne negro de 2020 já fez estragos. Os investidores estão a desfazer-se da sua exposição ao risco e a procurar refúgio no ouro e no yen perante a propagação a partir da China do vírus 2019-nCoV, conhecido popularmente como o coronavírus. Encerrou-se o aeroporto, a estação de comboios, a rede de metro, o cais e todas as estações de autocarros... Numa questão de semanas a doença impactou fortemente Wuhan, a capital de Hubei na China Central (a sexta maior cidade da China com 11 milhões de habitantes, incluindo dois milhões de trabalhadores migrantes). Mas que implicações tem mesmo a propagação do coronavírus para as carteiras?
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