Não é a única tempestade que o petróleo vive na sua história recente. Recordemos a crise nos preços a nível global de 2014. Naquela altura um argumento favorito dos analistas era que a quebra seria um tailwind para as economias europeias, principalmente importadoras desta matéria-prima. Mas, e agora? Que consequências tem um preço tão baixo do crude para o crescimento global? Como em todos os eventos de tais magnitudes, há vencedores e vencidos.
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