À terceira é de vez. No entanto, no caso da China não é bem assim: pelo terceiro ano consecutivo, o MSCI não incluiu nos seus índices as ações chinesas classe A. O fornecedor reconheceu que as autoridades chinesas realizaram esforços para melhorar as condições de mercado, e insinuou, mesmo assim, que poderá mudar de opinião em 2017, em função do que a revisão anual revele.
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