Unit-linked e seguros de vida: como a eficiência fiscal está a moldar o negócio de private banking
Na terceira edição do Think Tank BNY Investments, a eficiência fiscal surgiu como um dos temas atualmente mais relevantes. Apesar deste recente protagonismo, este tema já não é “uma novidade” para Pedro Lobo. O diretor de Banca Privada do Bankinter Portugal considera que a oferta já está muito estruturada globalmente para ser, do ponto de vista fiscal, eficiente. “Trata-se tipicamente de um mercado interno, com dois principais veículos: os seguros de capitalização e a gestão discricionária”, explica, acrescentando que o Bankinter disponibiliza uma gama completa de seguros, inclusive para gestão discricionária, além de carteiras tailor made. De facto, embora a eficiência fiscal sempre tenha sido um tema central no private banking, tem ganho cada vez mais relevância para os clientes, especialmente porque, “mais recentemente, os seguros de vida permitem a subscrição de fundos alternativos. Nestes, a expetativa de ganhos é, nalguns casos, de dois dígitos”, como destaca Bruno Minoya Perez, diretor de Banca Privada do Banco Carregosa.
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