Apesar de algumas referências a uma “maior preferência por liquidez e por produtos mais seguros” no contexto do Risk Outlook 2021 da CMVM, no caso da gestão discricionária a entidade reguladora dos mercados financeiros aponta uma evolução em sentido inverso. “Com efeito, os montantes sob gestão de carteiras de alto risco aumentaram cerca de 10% no primeiro trimestre de 2020 (por comparação com o final do ano transato), tendo diminuído os montantes aplicados em carteiras de risco médio e baixo”, pode ler-se no relatório.
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