Investir em inteligência artificial não é tão simples como escolher a melhor tecnologia. Há uma longa cadeia de valor por onde escolher, que abrange desde as componentes informáticas básicas aos chatbots especializados. Outra consideração essencial é o nível de exposição de uma empresa. “Por exemplo, a Microsoft está bem posicionada para aproveitar oportunidades nesta tecnologia: tem uma grande participação na OpenAI, já incorporou o ChatGPT no seu motor de busca e planeia integrá-lo no seu pacote Office. No entanto, o aumento das receitas da Microsoft procedentes da inteligência artificial generativa pode não ser tão grande como o mercado espera”, explica Jonathan Tseng.
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