A calma antes da tempestade foi o que se viveu no início de fevereiro já que na primeira metade do mês, “imperou a valorização dos principais índices acionistas motivada pela boa “earning-season” e pelos bons dados macroeconómicos”, explica Bruno Pinhão, gestor de Produto – Investimentos do ActivoBank. Na segunda metade de fevereiro chegou a tempestade. “Os mercados sentiram uma brusca e agressiva queda generalizada à medida que o coronavírus ganhava terreno fora da China”, comenta o profissional.
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