Durante a campanha eleitoral, Trump e alguns dos seus colaboradores afirmaram que podiam acelerar a economia até uma taxa de crescimento do PIB real de 3,5-4,0%. Na opinião de John Greenwood, economista-chefe da Invesco, essa expectativa foi sempre pouco razoável. “Um crescimento de 2,0-2,5% parece provável para 2018 e como tendência a longo prazo, mesmo quando Trump aplicar a proposta redução de impostos sobre o rendimento e sociedades. A questão interessante, que inquieta muitos bancos centrais, representantes do mundo académico e economistas da banca de investimentos, é o porquê de a inflação se ter mantido tão contida durante tanto tempo. Depois de tudo, o desemprego caiu e a diferença entre o PIB observado e o potencial estreitou-se, o que leva a que – na opinião de muitos economistas – a margem disponível para absorver um aumento do gastos seja estreita”.
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