A construção de carteiras mudou profundamente na última década. A proliferação dos ETF, a crescente concentração dos índices de ações e o desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas alargaram o leque de decisões que os investidores têm de tomar. Neste contexto, o papel dos selecionadores de fundos evoluiu para além da identificação dos melhores gestores. Hoje passa também por decidir que instrumento utilizar em cada exposição, como combinar diferentes fontes de alfa e como construir carteiras capazes de navegar num cenário marcado por maior complexidade e dispersão. É uma evolução que Manuela Thies, diretora de Multimanagement e Seleção de Fundos da Allianz Global Investors, acompanhou de perto ao longo dos últimos anos.
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