Quando há três anos Martina Álvarez assumiu o desafio de dirigir o escritório ibérico da Janus Henderson, fê-lo com a convicção de estar a juntar-se ao projeto de uma entidade que aposta claramente na gestão ativa. Porque, no fim de contas, foi nisso que sempre acreditou. Especialmente no contexto atual. “A gestão ativa está a voltar a ter protagonismo porque o investidor está cada vez mais preocupado com o beta e menos com o alfa. É um cenário de alta correlação dos ativos financeiros e as taxas aos estarem tão baixas que obrigam a rever em baixa as expectativas sobre a evolução dos mercados, a gestão ativa ganhar valor”, afirma a diretora-geral da Janus Henderson para Portugal e Espanha.
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