Michelle Dunstan (Janus Henderson): “As estratégias ESG irão evoluir para uma abordagem reflexiva e mais preocupada com os retornos do investidor”

Michelle Dunstan e Cat Ziac Boyd. Janus Henderson Investors
Michelle Dunstan e Cat Ziac Boyd. Créditos: cedidas (Janus Henderson Investors)

Uma abordagem muito global baseada em três pilares. É assim que Michelle Dunstan, diretora de Responsabilidade da Janus Henderson Investors, define o investimento sustentável da sua empresa. “O primeiro pilar é o da responsabilidade corporativa. Acreditamos que, se pedimos a outras empresas que façam melhor, as nossas próprias práticas devem refletir o que exigimos”, afirma. O segundo é a integração ESG, entendo que “se algum destes fatores tiver uma materialidade financeira, deve ser-lhes dada a mesma atenção que a outras considerações financeiras, porque acreditamos que isso significa avaliar melhor os riscos e as oportunidades, o que nos leva a obter melhores resultados para os nossos investidores”, explica. O último pilar é para os clientes que querem investir com um determinado propósito para além do retorno/risco, para quem dispõem de uma gama de fundos ESG com objetivos tanto financeiros como extrafinanceiros.

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