Giuseppe Mirante, fundador e diretor de investimentos da Mirante Fund Management, “não gosta de estar na moda”. Como gestor com mais de 20 anos de experiência em convertíveis, Mirante viveu na primeira pessoa os perigos de ser o produto estrela do momento. Nos anos anteriores à crise, os fundos convertíveis promoviam-se como “o melhor dos dois mundos” face à bolsa e às obrigações. “Mas 2008 demonstrou que podiam chegar a ser o pior de ambos”, conta. “Não se podem vender sonhos aos investidores. Para nós é imprescindível gerir com a qualidade e liquidez em mente porque no fim é o meu nome que está em jogo”. Essa filosofia defensiva é a que emprega a proposta da empresa suíça, que aterrou recentemente no mercado português com o seu fundo bandeira, o MFM Global Convertible Bonds.
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