O caráter conservador do investidor português é bem conhecido, e as carteiras agregadas dos fundos PPR de Associadas da APFIPP proporciona evidência desse facto. Com dados relativos ao fecho do ano de 2017, verificamos uma ponderação significativa do investimento em obrigações, de 62,5%, o que em conjunto com os fundos de investimento de obrigações, fundos de tesouraria e liquidez atinge uma ponderação dos investimentos mais defensivos de quase 80%. Isto é a prova de que o aforrador português prefere percorrer um percurso menos volátil no caminho da preparação para a reforma.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
