Portugal emitiu esta quarta-feira 1.250 milhões de euros em bilhetes do tesouro, 500 milhões de euros a 3 meses e 750 milhões de euros a 11 meses com a procura, em ambos os casos, a superar largamente a oferta. Segundo indica Filipe Silva, diretor de Investimentos do Banco Carregosa, os prémios de risco da dívida de curto prazo não têm sofrido grandes alterações, sendo que face ao último leilão comparável, as taxas "tiveram uma subida sem grande expressão" (dos -0,599% para os -0,592% a 3 meses e dos -0,558% para os -0,55% a 11 meses).
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