Nuno Henriques (Santander AM): “A SAM tem um posicionamento como muito poucas gestoras em Portugal – combinamos o conhecimento local com o global”

Nuno Henriques santander am
Nuno Henriques. Créditos: Vítor Duarte

A última vez que nos sentámos com Nuno Henriques, CEO da Santander Asset Management (SAM), corria o ano de 2021. Na altura, o objetivo da entidade era chegar ao terceiro lugar do ranking de ativos geridos em fundos mobiliários. Objetivo cumprido, e quatro anos depois, o responsável pela gestora atribui essa conquista essencialmente ao serviço que entregam ao cliente. Mais do que a performance de produtos ou estratégias, entende que a proximidade com o cliente tem sido o elemento chave para chegar aos 3.800 milhões de euros de ativos sob gestão neste segmento, o correspondente a uma quota de mercado de 17%. Claro que os produtos de rendimento fixo foram as estrelas nos anos mais recentes, em concreto nos últimos dois. Nessa tipologia de fundo, recorda Nuno Henriques, registaram-se “fluxos financeiros bastante expressivos”, em linha com o que se ia passando no resto das entidades nacionais, mas também por toda a Europa.

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