Afinal, como explica Anna Stupnytska, economista macro global da Fidelity, "com a política fiscal finalmente a avançar para facilitar a recuperação pós-covid 19, o BCE não é mais o único jogador em campo. Esta poderosa combinação de políticas monetária e fiscal - bem como a forte vontade política de garantir não apenas a sobrevivência da UE, mas também o seu sucesso em várias dimensões - tem o potencial, talvez mais do que nunca, de melhorar fortemente a economia da UE nos próximos anos".
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