O alerta de Paul Donovan, do UBS, sobre a necessidade de olhar de forma crítica para os dados económicos 

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Paul Donovan. Créditos: Cedida (UBS)

Estar perante um economista chefe de uma entidade financeira da dimensão do UBS e não lhe perguntar quais as expetativas sobre a evolução das taxas de juro, é como ir a Roma e não ver o Papa. De visita a Portugal, o economista chefe do UBS Global Wealth Management, Paul Donovan, esclareceu que é provável que o BCE comece os cortes no verão deste ano, mas a verdade é que foram outros os insights que saltaram à vista, numa conversa com jornalistas.

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