Houve uma altura em que o Banco de Inglaterra (BoE) esteve quase a ser o primeiro banco central desenvolvido a subir as taxas de juro. Isto foi em junho de 2014, aproveitando a melhoria económica no Reino Unido. Mas a evolução das condições macro e os acontecimentos políticos que desembocaram no Brexit frustraram essas intenções. Paradoxalmente, a escalada da inflação – 3% em setembro, com uma expectativa de alcançar máximos em outubro – provocada pela queda da libra, foi o detonador da primeira subida de taxas em dez anos, até aos 0,5%, com sete votos a favor e dois contra dos membros do Comité de Política Monetária (MPC, em inglês).
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