O Big Data aplicado à gestão de ativos: análise das pesquisas na internet (II)

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re_birf, Flickr, Creative Commons

Em princípios de 2015, coincidindo com o colapso do preço do petróleo, o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan refletia um maior entusiasmo dos cidadãos norte-americanos para consumir, o que fez com que muitos investidores esperassem um pico no consumo. De facto, existia uma importante corrente de pensamento que assim acreditava. A publicação do índice de vendas a retalho, que em teoria devia ter servido para materializar as expectativas adiantadas pelo índice, mostraram uma leitura bem distinta. Apesar da população ter mais dinheiro no bolso, o consumo não subiu como se esperava. O problema tem origem no facto do indicador se basear num inquérito efetuado a 500 pessoas, que falam, basicamente, de intenções um tanto abstratas. Não há nenhuma dúvida da importância que este indicador tem tido desde os anos 70. Mas também não é de estranhar que, em pleno século XXI, seja uma ferramenta que tenha ficado um tanto ou quando obsoleta para gestores cujo trabalho consiste em antecipar os mercados.

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