O Big Data aplicado à gestão de fundos: o processamento da linguagem (I)

Verde
Supergiball, Flickr, Creative Commons

A BlackRock não gosta do termo Big Data. Prefere referir-se por Data Science à ciência que procura estruturar, analisar e ordenar a cada vez maior quantidade de informação que inunda o mundo. Calcula-se que 90% da informação pública disponível em formato online tenha sido criada nos últimos dois anos e tudo aponta para que seja uma tendência que continuará no futuro. O impacto da tecnologia explica em grande medida esse incremento. Para o mundo da gestão de ativos, isto abre toda uma nova era. Muita da informação que é gerada é ruído e não serve para tentar prever o comportamento dos ativos. Cada vez é mais evidente que, aquelas entidades que forem capazes de processar adequadamente toda essa informação disponível, poderão obter dados muito valiosos que permitam aos seus gestores prever qual poderá ser o comportamento das empresas que estão dentro do seu universo de investimento.

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