Se as revoltas que ocorreram na primavera árabe atingiram países de pouco peso no mundo emergente, como foi o caso da Tunísia, Líbia e Egipto, os protestos e manifestações alcançaram mercados mais relevantes, como é o caso do Brasil. Segundo, a gestora Invesco, o país tem percorrido um grande caminho durante os últimos 20 anos. “O rácio de pobreza tem-se reduzido para metade, com mais de 30 milhões de pessoas incorporadas na classe média. Como em qualquer outro país jovem e dinâmico com uma população crescente, os chamados “males de crescimento” formam parte do contexto. Uma massa trabalhadora com uma melhor educação e um acesso mais fácil às redes sociais exige mais dos seus governos. O aumento da prosperidade desperta frequentemente aspirações políticas e económicas da nova classe média”
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