Desde que a 24 de junho de 2016 se ficou a conhecer o sim dos cidadãos britânicos à saída da União Europeia, após o referendo do Brexit, as gestoras de fundos de investimento decidiram pôr em marcha todo um plano de contingência que lhes permitisse continuar a comercializar os seus fundos sob o guarda-chuva de um passaporte europeu. Passaporte que acabará no caso da separação entre o Reino Unido e a União Europeia acontecer sem acordo, algo bastante provável após o último episódio da “telenovela” do Brexit, mas não está descartado. Essa preocupação também se viu nos profissionais que se dedicam ao mundo do investimento, já que segundo um inquérito publicado pelo CFA UK só 65% afirma que continuará a trabalhar no Reino Unido após o Brexit, face aos 86% que assim o afirmava antes de se levar a cabo o referendo.
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