O efeito vacina dispara as entradas de dinheiro em fundos de ações

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A primeiro semana de novembro de 2020 trouxe ao mercado duas das notícias mais esperadas. A primeira, a vitória de Joe Biden nas eleições dos EUA, pondo fim a quatro anos de trumpismo que apesar de terem sido positivos para as ações não estiveram isentos de incerteza, quase sempre via tweet. A segunda, o anúncio da farmacêutica Pfizer de uma vacina contra o coronavírus com eficácia superior a 90%. De seguida vinham mais (Moderna, Astra Zénece/Oxford…), todas celebradas em bolsa perante a expetativa de que impliquem o regresso à normalidade, a nível social e também económico, ao longo de 2021.

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