As obrigações para os mais cautelosos e as ações só para quem puder assumir risco. É a norma não escrita que dita a alocação de ativos tradicional. Mas o que há de certo nesta máxima? “Se acredita que está a diversificar por ter obrigações corporativas e ações está muito enganado”, afirma Philip Saunders, corresponsável de multiativos growth da Investec.
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