O estudo sobre gestão ativa que inclina a balança para a gestão indexada

Balança
Procsilas Moscas, Flickr, Creative Commons

O provérbio popular “depressa e bem não há quem” poderá ter equivalência àqueles fundos que talvez não geram maior retorno entre os seus concorrentes a curto prazo, mas são capazes, isso sim, de entregar retornos constantes se se ampliar o zoom para períodos mais longos de tempo… ou não. Jeffrey Ptak, CFA e editor da Morningstar, realizou um estudo em que analisa o comportamento de fundos ativos de ações norte-americanas entre 1998 e 2017 e chega a uma conclusão muito clara: esta crença dos investidores é um mito.

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