A população cada vez está mais consciente de que a poupança para a reforma está nas suas mãos e estão a atuar em conformidade. E isto está a gerar um curioso efeito colateral: o fim dos grandes caprichos pós-reforma. O interesse dos reformados na compra de bens de luxo, como férias ou carros novos, caiu nos últimos três anos, segundo o último Global Investor Study da Schroders. Segundo o relatório, só 7% dos reformados dão prioridade aos artigos de luxo. É uma queda muito relevante se tivermos em conta que em 2017 era uma prioridade para um em cada quatro reformados.
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