O fundo de pensões público do Japão dá uma nova reviravolta às comissões por gestão ativa

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Photo by Volkan Olmez on Unsplash

Se a MiFID II foi responsável pela introdução do debate sobre o que pagam os investidores e de que forma devem os gestores de fundos acrescentar maior transparência na sua estrutura de comissões, agora são os próprios grandes investidores aqueles que estão a acrescentar o seu ponto de vista relativamente a esta questão. Neste sentido, o JGPIF, o fundo de pensões governamental do Japão – e um dos maiores do mundo, com 1,4 biliões de dólares de ativos sob gestão – acusou recentemente os gestores ativos de estarem mais centrados na captação de maiores fluxos de entrada para as suas estratégias do que em gerar retornos para os seus clientes. Como tal, de acordo com as informações recolhidas pelo Financial Times, para enfrentar este problema decidiu alterar a forma como aloca capital às diferentes gestoras.

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