Com uma carteira que no ano passado teve uma rotação de 6,4 vezes, no fundo da MGA a Europa tem um peso importante. Ainda assim, o gestor faz questão de evidenciar que “a carteira do fundo é geograficamente diversificada, abrangendo também os EUA, Japão, Asia-Pacífico e mercados emergentes”. Mais especificamente sobre a execução do fundo em 2013, é destacado “o contributo positivo da sobre-exposição (off-benchmark) a dívida empresarial high yield europeia e norte-americana e da sobre-exposição aos mercados acionistas de uma forma geral, em particular às ações alemãs e suíças na Europa, e às ações japonesas dentro do bloco Ásia. Estes efeitos positivos mais do que compensaram o contributo negativo de alguma sobre-exposição a ações de mercados emergentes”, refere.
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