O que compõe uma boa decisão de investimento? Até há menos de uma década atrás, a resposta estaria limitada exclusivamente a questões financeiras. Agora já não é assim. Com tendências estruturais como as alterações climáticas e a maior desigualdade salarial, um número crescente de empresas engloba já as questões ambientais, sociais e de corporate governance (ESG) a par com as questões económicas. É o que assegura Sébastien Eisinger, responsável de investimentos na Pictet AM, que considera que, para os investidores, a análise ESG identifica empresas com sólidas perspetivas de crescimento, gestão de custos eficientes e lealdade de marca de um público cada vez mais exigente, evitando riscos associados a alterações nas tendências económicas, preferências dos consumidores e regulações.
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