Num contexto marcado por tensões geopolíticas, sanções e tensões comerciais, o ouro voltou a assumir um papel central nos mercados financeiros. Depois de atingir novos máximos históricos em janeiro, nos 5.405 dólares por onça, e de registar, em março, o pior desempenho mensal desde junho de 2013, o debate em torno deste ativo refúgio ganhou uma nova dimensão: estarão estes acontecimentos a alterar a forma como os investidores encaram os metais preciosos?
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