Os gestores dos fundos mistos estão a ver-se obrigados a recorrer ao engenho para fazer uma diversificação real das suas carteiras. O maior desafio dos responsáveis destes produtos é fazer com que o braço de obrigações da carteira apresente uma correlação elevada com o braço de ações. Contar com duas classes de ativos que se comportam de forma muito semelhante é um dos principais riscos a evitar, já que não serve de nada dizer que se diversifica uma carteira com ações e obrigações quando, no fim, ambas se comportam de forma igual. A diversificação não seria real.
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