O que está por detrás do despertar do apetite dos investidores por ativos latino-americanos? A LarrainVial AM explica

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Créditos: Sara Riano (Unsplash)

Se os mercados emergentes se estão a posicionar como a grande aposta para 2026, a América Latina já concentra uma boa parte desse crescente interesse dos investidores. Em apenas alguns meses, os ativos sob gestão da LarrainVial AM passaram de 9.400 milhões de dólares para cerca de 11.000 milhões no final de janeiro de 2026, numa combinação entre a revalorização dos ativos (as ações latino-americanas sobem 15% no acumulado do ano) e captações líquidas. Este crescimento quase parabólico, explica Martín Benítez, responsável de Distribuição Global da entidade, responde a uma combinação pouco frequente de fatores cíclicos e estruturais que está a reconfigurar as decisões do investidor institucional, especialmente na Europa. Para Alexandre Larraín, gestor, não se trata de uma simples recuperação conjuntural: “É preciso recuar a 2010 para encontrar um momento em que os planetas estivessem tão alinhados como agora para investir nesta classe de ativos”.

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