De momento, a PIMCO mantém um posicionamento subponderado em ações, vira as costas aos setores cíclicos e dá preferência à qualidade no conjunto das suas carteiras de alocação de ativos. Para os próximos 12 meses, e tendo em conta o possível aparecimento de um contexto de início de ciclo posterior a recessão, a gestora assegura que irá avaliar um leque de fatores macroeconómicos e de mercado com o objetivo de fundamentar a sua visão sobre quando e como restabelecer a relação com os ativos de risco. Mas… o que precisa de acontecer para que a PIMCO volte a ser construtiva em ativos de risco?
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