Há um ditado no setor que reflete muito bem a resiliência do mercado de luxo em tempos de crise: “O consumidor de bens de luxo é o último a entrar e o primeiro a sair em momentos de volatilidade”. Nos 30 anos de existência do luxo enquanto indústria verdadeiramente investível, as vendas do setor cresceram a um ritmo anualizado de 6%. Na opinião de Flavio Cereda, diretor de Investimentos na GAM, é um ritmo perfeitamente sustentável para os próximos 10 anos, independentemente do momento atual.
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