A crise originada pela propagação do vírus COVID-19 está a provocar um aumento de volatilidade nos mercados de obrigações que, entre outras consequências, está a pôr à prova a resistência, em termos de liquidez, dos ETF desta classe de ativos. Nestes últimos dias, alguns produtos maiores têm estado a operar com um desconto de até 6% face ao seu Net Asset Value (NAV). Dito de outra forma: o preço a que cotam é um, mas o preço ao que se poderia vender o respetivo cabaz de obrigações é outro. Tal como assegura Reggie Browne, um dos grandes gurus dos fundos cotados que trabalhou como market maker quando foram lançados estes produtos, a razão é muito simples: a menor liquidez no mercado em geral.
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