A extraordinária reação monetária dos bancos centrais à desinflação e, posteriormente, às tensões deflacionárias, tem sido o principal motor do mercado no regime que se seguiu à Grande Crise Financeira. Isto tem permitido a vitória dos fatores monetários/de liquidez sobre os fatores reais. O predomínio do fator monetário e, mais recentemente, o aumento de forças irracionais no mercado, impulsionadores psicológicos que conduzem a uma maior exuberância do mercado, está a gerar a tentação de renunciar às métricas de valuation tradicionais ou ajustar os indicadores de avaliação absoluta para justificar os extremos atuais do mercado.
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