2019 está a ser o ano das obrigações. Os fluxos não deixam margem para dúvidas. O interesse por esta classe de ativos voltou a surgir devido, fundamentalmente, à mudança de rumo da política monetária por parte dos bancos centrais. “Há um ano dizíamos que a Reserva Federal aplicaria duas subidas nas taxas de juro e que o BCE começaria a normalizar a sua política monetária. Hoje estamos exatamente no extremo oposto, com a autoridade monetária americana a baixar as taxas e a europeia a voltar a uma política acomodatícia”, recorda Lucía Gutiérrez-Mellado, diretora de Estratégia da J.P.Morgan AM para Portugal e Espanha. No caso dos Estados Unidos, alguns especialistas consideram que esta mudança podia dever-se graças a um erro de cálculo da Fed.
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