Setembro não foi um mês bom para o ouro, um dos ativos que mais alegrias deu aos investidores neste complicado 2020. O metal amarelo despediu-se do nono mês do ano com uma queda de 4,16%, a pior descida mensal desde novembro de 2016, que o deixou abaixo dos 2.000 dólares a onça. As causas foram fundamentalmente duas: uma certa recuperação do dólar e as dúvidas sobre se as políticas monetárias vão conseguir a subida da inflação que assenta tão bem ao ouro.
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