O tema da reflação continua vivo? Três gráficos ilustrativos

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::Lenz, Flickr, Creative Commons

Apesar da calma aparente dos mercados nestes primeiros meses do ano, Anthony Doyle, diretor de investimentos em obrigações de retalho da M&G Investments, relembra que “é difícil recordar um momento em que existira um desacordo tão grande quanto às previsões sobre os títulos corporativos e ativos de risco”. O especialista refere-se à divisão de pareceres existente nos mercados: “alguns investidores continuam céticos relativamente à força subjacente do rally e estão apreensivos com a rapidez com que se dissolveram as preocupações sobre uma estagflação secular, com a eleição de Donald Trump. Outros investidores, hesitantes quanto ao facto de manterem as suas posições em liquidez ou em dívida soberana a curto prazo com taxas negativas, viraram-se para os mercados de crédito com receio de perder o aumento de retornos potenciais”.

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