É seguro dizer que os últimos três anos ficaram marcados por uma incerteza crescente entre os investidores, ainda que 2017 tenha sido o ano “mais calmo”, com a turbulência (volatilidade) a registar uma evolução relativamente estável. Foi neste contexto que alguns dos fundos de entidades nacionais domiciliados no Luxemburgo foram capazes de alcançar a classificação máxima atribuída pela Morningstar, um feito circunscrito a um trio de nomes.
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