Ao nível do crescimento económico, os primeiros 4 meses do ano revelaram um desempenho bastante assimétrico a nível mundial – o que aliás não surpreende face à dinâmica que já havíamos observado no ano transacto. As diferenças no estágio do ciclo vacinal e consequente estabilização/divergência pandémica, bem como a distinta abrangência e/ou direccionalidade das políticas expansionistas fiscal e monetária traduzem os principais factores que justificam a divergência do desempenho entre regiões. Com efeito, tendo por base o crescimento sequencial do PIB no 1T/21, os EUA registam um cenário de expansão económica muito expressivo (+6,4%), o que compara com um ritmo de crescimento sequencial do produto amplamente mais modesto na China (+0,6%) e até mesmo negativo na Europa (-0,6%).
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