O ano de 2019 caracterizou-se por uma forte moderação global, fruto das tensões comerciais, dos aumentos de tarifas, da redução da confiança dos agentes económicos e da, consequente, retração dos volumes do comércio internacional, da indústria e do investimento. No entanto, o referido abrandamento não foi transversal a todos os setores da economia, pois tanto o consumo como os serviços demonstraram resiliência dada a robustez do mercado de trabalho, o crescimento dos salários e o regime de taxas de juro globalmente baixas. No entanto, neste contexto, os países europeus e do bloco emergente denotaram um nível de moderação mais pronunciado, pela sua maior exposição aos fluxos de comércio internacionais. Em adição, os eventos específicos ocorridos na Europa, nomeadamente o “Brexit” e a instabilidade política em Itália, bem como em alguns países do bloco emergente, como a Argentina e a Turquia, também contribuíram para a redução da atividade em ambas as áreas geográficas.
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