É expectável que, em 2021, a economia global registe o crescimento mais elevado desde o final da última grande recessão de 2008-09. Após uma paragem transversal da atividade motivada pelo choque exógeno da COVID-19 na 1ª metade de 2020, a qual se deverá traduzir num registo anual negativo do PIB na maioria dos países desenvolvidos e emergentes, a retoma subsequente, iniciada no 3º trimestre, apresenta-se também global e, de certa forma, sincronizada. No entanto, deverão subsistir inevitáveis diferenças em termos de setores e de geografias, dados os diversos graus de exposição aos efeitos da crise epidemiológica. No que concerne às principais economias, para além das incertezas em torno do contexto do vírus, a natureza do impacto sofrido em 2020, a eficácia das medidas de combate à pandemia e as políticas macroeconómicas em curso serão determinantes para a respetiva evolução no próximo ano.
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