Estamos a atravessar um momento de mudanças no aconselhamento financeiro, cujo modelo tradicional há muito tempo está sujeito a forças disruptivas que ameaçam deixar para trás aqueles que não se sabem adaptar. Entre as tendências do setor, destaca-se o impacto da tecnologia – fintech, roboadvisors, shadow banking –, a compressão das margens de lucro, aumento da pressão regulatória – com muitas empresas ainda a tentar definir os seus negócios de acordo com os requisitos da MiFID II –, a modernização dos modelos de construção de portefólio e a inclusão de novas classes de ativos (private equity/credit, smart beta, alternative risk premia…) ou a procura por produtos e serviços mais sofisticados. Tudo isso sem esquecer os fatores de mercado, como o ambiente de taxas baixas, elevadas valuations ou a proximidade do final do ciclo económico.
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