É sabido que a evolução dos mercados desenvolvidos, as agendas legislativas que deles fazem parte, a vontade de alguns dos Governos de adotar uma postura mais protecionista, as políticas dos Bancos Centrais ou os indicadores macroeconómicos, entre outros fatores, têm impactado, de uma maneira ou de outra, e em graus diferentes, os mais distintos mercados emergentes. Daí que a seleção de países e a gestão da duração sejam fundamentais para evitar quedas, e mitigar, em certa medida, os períodos de stress e volatilidade dos mercados.
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