Até à reunião do Federal Open Market Committee (FOMC) realizada nos passados dias 15 e 16 de junho, as perspetivas do Comité de Investimento do Novo Banco, que não deveriam destoar das da generalidade dos investidores, era a de que o verão seria tranquilo. Esta tranquilidade resultaria da preponderância do reflation trade, suportado não só pela continuação da forte recuperação económica em curso, por sua vez alicerçada na persistência de fortes estímulos monetários e fiscais, como também – e aqui estava a chave para a tranquilidade prevista – uma aceitação por parte dos investidores de que o atual aumento das pressões inflacionistas não passava de um fenómeno temporário. Esta capitulação dos investidores perante o discurso dos bancos centrais faria com que qualquer surpresa negativa em termos de comunicação de qualquer alteração de política monetária estaria adiada, pelo menos, até à realização da conferência de Jackson Hole em finais de agosto.
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