No ano de 2020, deveremos presenciar uma estabilização da envolvente macroeconómica global alicerçada pela manutenção de políticas monetárias acomodatícias, por uma aparente reaproximação entre os EUA e a China na frente comercial e por uma menor incerteza quanto ao tema do “Brexit”. Nesse sentido, num ano marcado pelas eleições presidenciais de novembro, os EUA deverão crescer próximo do PIB potencial dos 2%, enquanto que na Zona Euro e no Japão o crescimento deverá rondar 1%. No caso da economia nipónica mesmo tendo em atenção ao pacote de estímulo fiscal proposto pelo primeiro-ministro Shinzo Abe orçado em USD 239 bn. No bloco emergente, a economia chinesa deverá crescer em torno dos 5,9% desacelerando de forma controlada (introdução de estímulos fiscais e concessão de crédito menos restritiva).
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